segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Um saco

Hoje a noite vai ser um saco. E é óbvio. Estou com cólica e começa por aí.
Depois, aquele conhecido sono farsante, maldito. Faz você desistir de tudo que está fazendo para dormir, mas é só deitar e pá: some tudo. Seus olhos não fecham. Sua mente não para.
Você espera. E tenta, com tudo, se tranquilizar. Mas o ritmo do dia não foi embora - e pior, está mais grave. Legal, duas horas e meia. Três e quinze. Quatro para as quatro. Insonia em ponto. Cinco da manhã.
Preguiuça de fazer café, sem cigarros para fumar, sem roupas para vestir, sem coisas legais para fazer. Muita calma. A luz ainda chega.
Mas demora.
 
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