sábado, 10 de setembro de 2011

Eu já disse que adoro seus olhos, não disse? Não, não é só porque eles são verdes. É a força neles. É sobre como eu me perco quando olho tão fundo para as suas pupilas dilatadas, tão fundo, que caio dentro de um abismo. É suave e pacífico, embora um tanto passional. Sinto-me sortuda demais por ter esses olhos. São meus.

Eu adoro como você me faz parar. Você fez. Você me fez parar de desacreditar. Você me fez parar para olhar. Para sentir, ao invés de correr. Para ficar ao seu lado sem precisar fazer esforço algum sobre minhas próprias expressões e sentimentos. Você me fez parar de perseguir o controle, posto este que somente a dança ocupava. Adoro como eu me descobri dentro de mim, porque eu havia me deixado lá atrás, há muito tempo, sozinha, quieta, preservada e escondida. Adoro estar de volta. Eu adoro como o gelo no meu peito derreteu, e adoro ainda mais ser preenchida pelo ar aconchegante das nossas tardes, vendo a luz do sol sobre a sua pele.

Ah, eu adoro a sua pele. Adoro tudo sobre ela. Até o seu protetor solar entra na lista. Eu adoro cada. Pedaço! Acho que você entende, espelho, espelho meu, mas eu adoro por dentro. No mais profundo, no âmago, onde não há acesso se não pela alma. Eu adoro a sua. Adoro como ela completa a minha. Adoro me sentir livre e saber que pertenço a ti onde eu estiver. Eu adoro cada cílio, as veias, eu adoro o seu sangue, porque ele é como o meu. Eu adoro a vida que há em você. Eu a sinto pulsando dentro de mim, e é como se eu carregasse o Sol dentro do meu coração.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Você, você.

All I want is the best for our lives my dear, and you know my wishes are sincere.


Você sabe que todos os meus desejos são verdadeiros, não sabe? Que eu quero ser a sua luz até que ela se apague. Não espero muito dos que estão do lado de fora, por que... Como é que eles poderiam compreender? Se eles pudessem, estaríamos no nosso mundo dos sonhos, não na realidade. E, ainda bem, estamos na realidade. É real. É sincero. É tudo o que eu sonhei, você e eu, assim. Você. Você me fazendo ser eu, assim. Não Giovana, mas Giovana Christ – muito prazer para quem está me achando diferente. Sinto-me diferente. Sinto que do fundo da minha alma floresce minha essência natural, verdadeira, coisa que eu pensava ser impossível. Há várias coisas que eu pensei serem impossíveis, mas minhas idéias estão de boca aberta agora. Não fui eu que te salvei, apenas, o senhor chegou na hora certa. E de pensar em saudade, o peito se abre num abismo, mas eu tenho a cura, hah. Eu tenho nossas lembranças, palavras, sons, cheiros, gestos, músicas. Fitas. Cores, formas e gostos. Eu tenho aquelas coisas que parecem mera frescura ou exagero para o resto do mundo, mas para mim, são tudo. Você é tudo. Você...

                                                                                                                                                           Você.

 
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